Secretaria Estadual de Educação afirma não ver motivos para greve.

Para rebater o sindicato, o governo citou as medidas anunciadas na semana passada pela governadora Rosalba Ciarlini, que incluem o reajuste de 8,32% para professores ativos e inativos, a concessão de uma letra a todos os professores e especialistas da rede estadual (promoção horizontal) e a altaração do porte das escolas, que dobra a gratificação dos diretores e vice-diretores.
Na pauta da categoria constam as seguintes reivindicações: revisão do Plano de Carreira do Magistério; pagamento de uma Letra para os professores; redimensionamento do porte das escolas e gratificação dos diretores; modificação da portaria 731/2003; permanência da Letra quando da Promoção Vertical; mecanismo de Concessão de Licenças-prêmios; ajuste do déficit na correção salarial de 2013; complementação na base salarial dos funcionários da educação; e convocação dos concursados.
O sindicato acrescenta que as escolas da rede estadual continuam sucateadas e se deteriorando, o número de professores é insuficiente para a demanda, falta suporte pedagógico e os profissionais estão insatisfeitos com as péssimas condições de trabalho e com o descaso.